quarta-feira, 26 de março de 2014

É hoje!


Depois do Dia do Pai, do Dia da Floresta, do Dia da Felicidade, diz que hoje é Dia do Chocolate. Chiça! Até que enfim uma data que realmente faz sentido comemorar.
 
Se bem que, para mim, esta efeméride é praticamente como deveria ser o Natal...
 
Todos os dias.

terça-feira, 25 de março de 2014

Life goes on.


Enquanto se confirma que o avião da Malasya Airlines se despenhou em pleno Oceano Índico, sem deixar qualquer sobrevivente, há outro a aterrar esta semana na Meo Arena.

Este, termina a digressão em Lisboa, com dois espectáculos quase esgotados e, a avaliar pelo "trem de aterragem", é bem capaz de deixar muita gente sem ar...











segunda-feira, 24 de março de 2014

Se é para dizer a verdade, toda a verdade e nada mais do que a verdade, então cá vai.


Passei toda a manhã num tribunal, onde fui testemunha de um processo, mas foi tempo suficiente para tirar as seguintes conclusões: 
 
- o bom ar das pessoas que vemos em séries como "The Good Wife" só existe nos filmes. Na verdade, os advogados usam togas, exclusivamente para esconder a roupa com modelos do século passado, a combinar religiosamente com o corte de cabelo;
 
- a avaliar pelas resmas de dossiers que pululam as secretárias do pessoal administrativo, se os tribunais fossem atacados pelo bicho do papel, certamente que a justiça era mais célere no nosso país;
 
- as probabilidades do segurança, que está na recepção, andar enrolado com a funcionária que vem cá fora fazer a chamada, são elevadas. Assim sendo, há que fazer amizade com ele para saber quantas mais horas vamos secar até se dignarem a chamarem-nos;
 
- assim em jeito de perfil, aposto que 80% das administrativas têm escalfeta debaixo da secretária, usam creme de baba de caracol, consomem suplementos "O Cogumelo do Tempo" e guardam o catálogo da Yves Rocher na primeira gaveta; 

Para terminar, uma pequena observação: haja alguém que diga aos advogados que aqueles anéis de curso que usam, fazem-nos parecer ainda mais pindéricos. Ou é obrigatório usar?

Não há nada como...


... aproveitar este tempo farrusco e dar uma volta aos armários. Já para não falar nestas gavetas.  Estou fartinho de dizer que o lugar destes panos não é aqui, mas não há maneira...

 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Espera-se o pior.

A propósito do Dia Mundial do Sono, a Dodot realizou um estudo sobre o sono infantil e que, entre várias conclusões, diz que é recomendado que os bebés vão para o seu quarto aos 6 meses.

Ora, no meu caso, era esta a altura em que se deveria ouvir o som daquela corneta que toca quando os concorrentes falham as respostas nos concursos. Baby Caco - a chegar aos 13 meses - não só não está no quarto dele, como, no último mês, se tem recusado a aproximar-se - nem que seja ao de leve - da sua própria cama, situada a uma mísera distância de 50 cm da nossa.

Assim sendo, o ritual nocturno é mais ou menos este:

- Miss Caco tenta pousar Baby Caco na sua cama;
- Baby Caco agarra-se que nem uma lapa aos braços da progenitora;
- Miss Caco tentar libertar-se das garras da pequena criatura;
- Assim que, finalmente, toca com o rabo no colchão, Baby Caco grita desalmadamente, põe os braços no ar e assim se mantém durante o tempo necessário para o ir buscar;
- Miss Caco tenta distraí-lo com um urso fofinho;
- Baby Caco, a berrar, atira o urso pelo ar que aterra em cima do candeeiro da mesinha de cabeceira, sendo que só não se atira a si próprio porque não consegue;
- Miss Caco puxa a corda daqueles brinquedos que dão música (não me lembro do raio do nome) na tentativa de o acalmar;
- Baby Caco grita ainda mais alto para garantir que a sua voz se sobrepõe à melodia;
- Miss Caco liberta-o daquela agonia, vai buscá-lo e deita-o na cama dos progenitores;
- Baby Caco sorri e, como que por magia, transforma-se no bebé mais bem comportado do mundo.
 
 Perante isto, espera-se o pior.

Última hora

 
 
Madonna foi escolhida pelo Grupo Portucel Soporcel para rosto da campanha comemorativa do "Dia Mundial da Floresta" assinalado hoje.

Sou a favor da liberdade de imprensa...

 
 
... mas parece-me evidente que o movimento LGBT controlou os jornais gratuitos de hoje. O Metro cheira a florzinhas e o Destak sai do armário e torna-se no primeiro jornal gay friendly deste País.
 
Clap! Clap! Clap!

A propósito da data que se comemorou ontem.


E não me refiro ao início da Primavera.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Auf! Auf! Auf! (que em linguagem humana significa "oh p´ra nós tão giros")

 
Digam olá ao Noodles, ao Scout e à Loli. Estes meninos são os três cães, aparentemente rafeiros, de uma fotógrafa alemã chamada  Elke Vogelsang (tadinha, ninguém merece um nome assim) e protagonistas desta sessão fotográfica que está um amor.
 
Se gostam de bicheza e de fotografia, podem espreitar o trabalho da Elke aqui.  









No fundo, no fundo...


... está ao alcance de todos. Para quem não tem salamandra, pode usar um "bufo", vulgo termoventilador ou, no limite, um simples saco de água quente.
 
Feliz dia da Felicidade.

terça-feira, 18 de março de 2014

Porque é que as mulheres são de Marte e os homens de Vénus ou vice-versa


Hoje, à saída do escritório, fiquei presa no elevador. Entre gritar desalmadamente: "Tirem-me daqui jáááááááááááááá´!!!!!!" e olhar com atenção para o aviso: "Em caso de avaria, pressione o botão do alarme durante 5 segundos", escolhi a segunda opção, com a ligeira diferença que substituí os "5 segundos" por "ininterruptamente", só para o caso do gajo que tem a tarefa de consertar os elevadores estar distraído a ver mamas no tablet que a mulher lhe ofereceu no Natal. 
 
O certo é que, logo a seguir, oiço um: "Já vou!" que quis acreditar ser dirigido a mim. Segue-se um: "Está tudo bem?" ao que respondi: "Estaria melhor, não fosse o facto de ser claustrofóbica e ter o autocarro das 19h00 para apanhar".

Dois minutos depois, já desesperada, a gritar ao cérebro mensagens SOS como: "Não paniques, não paniques, não paniques!!", sinto a porta a abrir e, aos poucos, vou vendo do lado de lá o porteiro que, segundo pude confirmar, é também o homem que conserta os elevadores, constatação que não me deixou muito tranquila, mas, como diz o ditado, à falta de cão caça-se com gato e o que importava mesmo era abrir o raio da porta.

Serve isto para dizer que, já no metro, decidi mandar um sms a Marido Caco, só para sondar a reacção:

Eu: "Fiquei presa no elevador" (à espera que ele respondesse: "O quê???? E o que posso fazer para te ajudar, meu amor???") 
Resposta Marido Caco: "Em qual?" (nem sequer se dignou a telefonar, fartinho de saber o quanto eu panico com estas merdas).
Eu: "No único onde ando! Onde haveria de ser??? No do Empire State Building?!?"
Marido Caco: "Já te foram buscar?" (ainda sem mexer um polegar para fazer um raio de uma chamada a demonstrar algum nível de preocupação, ainda que reduzido).
Eu: "Não. Estão à espera do Rex, o cão polícia".

E é isto. Só para saber com o que conto.

É já amanhã!! Espera... E depois de amanhã... e depois de depois de amanhã...


Em tempos de crise...


 
... há que poupar na empregada.

Consta que foi no domingo...

 
... embora, para mim, seja todos os dias.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Diz que....


... a mulher do Mick Jagger foi encontrada morta. A questão que se coloca é: há quanto tempo?. Sim, porque, a avaliar pela foto, já vi defuntos com melhor aspecto...

Tu queres ver...??

 
Nota introdutória: pessoa que ficou com os 20 euros que perdi no Pingo Doce da avenida 5 de Outubro, hoje, na hora do almoço, FAÇA O FAVOR DE IR MORRER LONGE.
 
No limite, a culpa deste episódio é de quem implementou a política de pagar em dinheiro as compras abaixo dos 20 euros. Se não fosse isto, eu não teria ido levantar as duas notas de 10 euros novinhas, sem uma única dobra, que enfiei no bolso de trás das calças para não ter o trabalho de abrir a carteira quando chegasse à caixa.
 
Acabei por chegar à caixa, ter o trabalho de virar todos os bolsos do avesso, a carteira e ainda o saco onde trazia as compras, repetir o percurso desde que entrei na loja, à procura do raio das notas novinhas, sem uma única dobra, e ainda ter de interpelar um segurança que estava a ler uma revista a trabalhar e a quem perguntei se, por um acaso, não tinha visto umas notas de 10 euros a passar por ali. Ao que ele responde: "Eu, realmente, via-as a sair do bolso das suas calças quando a menina ia a passar para a zona dos tomates...". Eu, fula da vida, só me apetecia dizer-lhe: "Então se as viu a sair das calças, porque raio não me avisou, em vez de estar aqui a ler revistas???!?".
 
Logo a seguir pensei: "Tu queres ver que o sacana está a usar a revista como esconderijo e foi ele mesmo que ficou ali, à cuca, atrás da prateleira das bananas, à espera que as notas acabassem de deslizar dos bolsos para fora??".
 
Vou para a caixa furibunda e diz-me a velha que estava na fila, mesmo atrás de mim: "Então menina? As notas apareceram?". Ao que respondo: "Não apareceu nada... maldita a hora em que vim fazer compras!". Diz-me ela: "Pois... uma vez levantei 200 euros e perdi a carteira". Nisto, vejo duas notas de 10 euros, novinhas, ainda a reluzir, junto à embalagem de fiambre da perna que ela trazia na mão. Foi aí que pensei: "Tu queres ver...?".

5 lições para a época balnear


No domingo foi dia de inaugurar a época balnear. Felizmente existem filtros para amenizar a minha cor de lula, caso contrário, esta pequena reportagem fotográfica teria apenas Baby Caco como protagonista.
 
No meio da parafernália de tralhas, esqueci-me do leite em pó para fazer a papa (por lapso  - dahhhh -, compramos papa para fazer com leite). Fui salva por um iogurte líquido e umas bolachas Maria que combinaram lindamente com os bolinhos de areia feitos na hora.
 
Lição nº1: Não vale a pena levar brinquedos. O lixo que descobre no areal faz o mesmo efeito.
Lição nº 2: Pode-se lavar a chupeta na água do mar, desde que não a deixemos fugir.
Lição nº 3: Não levar livros, revistas ou qualquer outra actividade lúdica. É impossível concretizá-la.
Lição nº 4: Nunca deixar o/a parceiro/a à solta a passear com o bebé. Já vi romances a começarem por menos.
Lição nº 5: Não vale a pena tentar limpar a areia das mãos. Ele come-a de qualquer maneira.








sexta-feira, 14 de março de 2014

Aquele momento...


... em que entramos no metro e vemos dois ou três macacos a correrem desenfreadamente para as escadas, pensamos que é o nosso metro que aí vem, desatamos a correr também, descemos os degraus a tentar não tropeçar nos auriculares que, entretanto, caíram e ficaram pendurados, seguramos bem a marmita, que já começou a verter a molhonga do caril de gambas, e eis que chegamos à plataforma e vemos que, afinal, é o metro da linha no sentido inverso que está a arrancar.
 
O que fazemos:

a) cuspimos para cima dos macacos que desataram a correr à nossa frente;
b) pregamos-lhes uma rasteira quando estiverem a entrar na carruagem;
c) empurramo-los fazemos por entrar primeiro para garantir que apanhamos o único lugar sentado;
d) recriminamo-nos e juramos não voltar a fazer o papel de carneiros.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Os arcebispos devem estar loucos.


O que dirá o Francisco, disto? Já agora, vão buscar uma Frize com uma mão enquanto rezam o terço com a outra?
Mas, ok, ok, dirão as mais beatas. Já que tem de ser, Miss Caco ajuda e deixa aqui umas imagens para irem buscar inspiração... Quem é amiga, quem é?