sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Então é mais ou menos assim...

 
Fui dar um arejo na hora do almoço e quando estava quase a chegar à agência, lembrei-me que o que vinha mesmo, mas mesmo a calhar, era mandar abaixo um gelado.
 
Miss Caco trabalha no centro nevrálgico da capital do País. Em plena avenida da República, uma das mais importantes e valorosas do Monopólio. Mais precisamente entre o Campo Pequeno e o Saldanha, ou seja, onde tudo deveria acontecer. E se não acontece, pelo menos tem obrigação.
 
Pois Miss Caco comeu quilómetros, deu duas vezes a volta ao quarteirão  e não encontrou um cara&%$#o de um sítio que vendesse um mísero gelado. Casas de chineses era quantas quisesse. Gelados, nem vê-los.
 
De maneiras que agora estou aqui com o ar condicionado a bombar e a cheirar a copa a ver o que há de jeito para comer, já que as bolachas de chocolate que estão na gaveta da secretária estão moles. Sobram aquelas rodelas de milho que sabem a esferovite, mas também não era bem o que tinha em mente...
 
Moral da história: pessoas que viveis fora dos grandes centros urbanos, animai-vos. Aposto que na Baixa da Banheira há gelados em cada esquina.
 
Adenda: Por outro lado, a Zara Home tem uns pauzinhos de sushi de se comer de lindos.
 
Pronto. É isto.
 
Adenda 2: O momento em que acabamos de escrever este post e damos com isto.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O meu filho tem uma panca por meios de locomoção.

 
O que vou aqui contar certamente não será grande novidade para as mães de rapazes. Baby Caco demonstra um fascínio enorme por tudo o que está relacionado com meios de locomoção em geral.
 
Ainda muito pequeno já revelava um fétiche por jantes, constatação de que, na altura, vos falei aqui. Entretanto, passou essa fase e agora veio a de repetir, vezes sem conta, o nome do meio de transporte que lhe aparece à frente, até eu e o pai repetirmos também.
 
Ora, como fazemos frequentemente a A1, posso adiantar que em cada viagem Lisboa - Porto dizemos uma média de 45 vezes a palavra "camião", 18 vezes as palavras "popó papá" (sempre que passa um carro igual), 12 vezes as palavras "popó vovô" (pela mesma razão), 2 vezes as palavras "popó mamã" (sim, o meu carro é muito especial, por isso há poucos), 9 vezes a palavra "avião" e, mais recentemente, 16 vezes as palavras "popó tio Paulo" (só conhece a viatura há pouco tempo).  
 
Também nas brincadeiras em casa a história repete-se. Fica tempos infindáveis a brincar com os carros, os comboios e camiões. Na rua, o que mais gosta de fazer é andar na mota do filho do dono do café e sentar-se ao volante do carro da ama, enquanto carrega na buzina até acordar a vizinhança. 
 
Este verão, deixou as fraldas e começou a fazer chichi na sanita. Não quer o redutor para nada (malditos 15 euros que deixei por um redutor acolchoado, com bonequinhos coloridos, lindo que eu sei lá e que agora não sei o que fazer com aquilo) e sempre que tem vontade, vai a correr para a casa de banho a gritar: "Chichi, chichi!!!".
 
Sobe aquele banquinho do IKEA - que meio mundo tem -, fica à espera que eu lhe desça as cuequinhas e que o sente na sanita e assim que está tudo a postos, baixa a cabeça para ficar a controlar a operação, enquanto diz (sempre e sem qualquer exceção):
 
- "Chichi Comboio".
 
E cada vez que eu oiço estas palavras é como se o meu coração fosse atropelado por um camião TIR. É também essa a altura em que penso que um dia amasso este rapaz de tanto o amar.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A camoeca.

 
 
Ontem à tarde deu-me uma camoeca. Almocei bem, fui passear com Baby Caco e quando cheguei a casa, vinha com tanta sede que abri o frigorífico e mandei abaixo um resto de melancia gelada o suficiente para me parar a digestão. Começou com uma dor de cabeça horrível que foi num crescendo até se transformar numa enxaqueca daquelas de mal conseguir abrir os olhos e que até nos fazem doer os dentes.
 
Estava em casa sozinha com Baby Caco e quando percebi que tinha acabado de vomitar o almoço e possivelmente os dois ben-u-rons que tinha enfiado goela abaixo, agarrei no telemóvel e, com muito esforço, mandei esta mensagem a marido Caco: "Aaandra pra aacasak. Nao mesinmto benm". Felizmente ele percebeu que era para vir para casa depressa porque eu estava mesmo a ver que não passavam cinco minutos até ficar estendida no chão da casa de banho, tal e qual como nos filmes.
 
Ele chegou, deitei-me na cama e as dores de cabeça eram tantas que o barulho de uma pena a cair em cima de uma nuvem, para mim, era o equivalente à implosão de um prédio de oito andares no bairro do Aleixo. É nesta altura que marido Caco se lembra de dizer a Baby Caco para ir fazer festinhas à mãe que está doente.
 
Se mal estava, pior fiquei. Baby Caco não é conhecido por ser um bebé afável e carinhoso, portanto eu já estava mesmo a vê-lo a saltar em cima do colchão, enquanto me dava alegremente com o comando da TV na cabeça e me pontapeava repetidamente o estômago.
 
Qual a minha surpresa quando a pequena criatura se deita em frente a mim, rosto a 3 cm do meu, e ali fica, impávido, sereno, a passar as mãozinhas pela minha cara, como que a fazer festinhas. E eu pensava: "Mas ele nunca fez festinhas. Ele sabe o que são, mas nunca fez. Isto vai durar mais 4 segundos e logo a seguir enfia-me o indicador pela pálpebra a dentro, sem dó nem piedade".
 
Não tinha forças para dizer nada. Portanto, fiquei ali quieta, na esperança de conseguir ter energia suficiente para o atirar contra a parede, assim que me rebentasse o globo ocular. Passaram aí uns cinco minutos. Ele continuava no mesmo registo. Às vezes, parava uns segundos e ficava a olhar para o infinito. E eu pensava: "É agora. Deus nosso senhor me proteja que ainda sou nova para ficar ceguinha". Uns segundos de pausa. E recomeçava.
 
A certa altura fui descontraindo. Percebi que aquilo era mesmo de verdade. O meu bebé estava preocupado comigo. O pai perguntava-lhe se ele queria ir jantar, mas ele não saiu dali um segundo que fosse. Acabei por adormecer com ele a acariciar-me o rosto. Quieto. Nunca esteve tanto tempo assim. Sereno. Só passava as mãozinhas na minha face e olhava para mim. Eu fechava os olhos por momentos e quando os voltava a abrir, ali estava ele. A olhar para mim. Como que a tomar conta.
 
E a cabeça continuava a latejar. E não podia tomar mais medicação porque não tinha a certeza se vomitara os dois comprimidos ou não. E mal me conseguia mexer. Mas o meu bebé estava ali a tomar conta de mim. O meu bebé que não faz carinhos, que quase não dá beijos quando lhe peço, estava ali a tomar conta de mim. Mesmo não sendo eu ainda velhinha.   
 
E naquele momento, ali mesmo, com a cabeça a latejar e sem mal me conseguir mexer, tive uma certeza: só posso estar a criar um anjo.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Diz que causa polémica.


 Esta imagem anda há uns dias a aparecer-me no feed de notícias, mas, normalmente, quando me aparecem estas coisas aparentemente virais, é meio caminho andado para não lhes ligar um chavelho.
 
Mas hoje detive-me nela. Sabia que havia uma polémica qualquer à volta disto, mas não me interessou saber porquê. Percebi que era sobre o facto do objectivo desta mãe ser a sua vontade de imortalizar a cesariana.
 
E quanto mais olho para ela, menos entendo como pode ser considerada controversa, pois, aos meus olhos, ela é, apenas e só, esmagadoramente linda. 

Sou só eu que vejo aqui a Bibá Pitta?!?


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

Onde há? Onde há?


QUERO UM CHAPÉU IGUAL A ESTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

As gajas do norte também comem.


A primeira vez que comi caracóis achei um autêntico nojo. Não percebi a graçola daquilo, na textura da coisa, no cheiro, naquele ritual de enfiar um palito e sacar o desgraçado do bicho minúsculo de lá de dentro, sem dó nem piedade, e nem sequer vi qualquer interesse no sabor.
 
Há umas semanas, no regresso da praia, parámos num tasco chamado O Dias dos Caracóis. Não me perguntem onde fica. Só sei que é uma coisa de esquina, situada numa rotunda à saída da costa e tem uma esplanada com cadeiras vermelhas de plástico, patrocinadas pela Sagres.
 
Já lá fui duas vezes e aquilo está sempre a abarrotar. Foi lá que percebi duas coisas: que, afinal, até gosto de caracóis e que caracóis acompanhados de pão torrado, carregadinho de manteiga, são das melhores combinações que já provei na vida. Quer dizer, das melhores, se calhar é exagero, mas quem vem de uma praia, ao fim da tarde e sem levar farnel nem comer bolas de berlim, está normalmente esganado com a fome. Portanto, tudo o que come sabe sempre a uma grande iguaria. Se calhar foi esse o caso, mas que achei o raio dos caracóis divinais, lá isso achei.
 
Posto isto, e apesar de já ser um pouco tarde para questionar, há só uma dúvida que se coloca:
 
Aquela coisa nojenta, molengona, em tom mais escuro, que está agarrada à "cauda" das criaturas também se come?

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Interessante...



... esta forma da Cristina Ferreira anunciar que vai participar na sequela de "Uma Casa na Pradaria".

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Está descoberta a vocação de Baby Caco.

 
Este fim de semana Baby Caco foi, pela primeira vez, a um parque de diversões, daqueles onde se fazem as festinhas das crianças, com imensas actividades e brincadeiras diversas, como insufláveis gigantes, réplicas do interior de casas - com direito a cozinha, quarto e sala incluída -, karaoke, escorregas, piscina de bolas, trampolim, e cenas destas que os miúdos deliram, enquanto os pais tiram fotos e pensam que finalmente vão ter uma noite a dormir em condições.
 
Era a festinha de anos da Inês, ou da "Inech", como ele lhe chama, e correu tudo lindamente, sendo que foi este o momento em que percebemos que Baby Caco tem um fascínio. Sim, foi nos anos da Inês que tivemos a revelação da verdadeira vocação do meu filho. E, pasme-se... Baby Caco tem o sonho de fazer...
 
(...)
 
(Rufam tambores)
 
.... COMPRAS!
 
Dados os meus antecedentes, isto até nem parece uma grande surpresa.  Mas a verdade é que não me refiro a compras de loja, falo sim de compras ao estilo Continente.
 
Senão, atentem ao que passou a santa tarde a fazer:  
 
 
Baby Caco a imaginar que vai ao Continente com o carrinho de compras e os vouchers de desconto no bolso de trás.
 
 
Baby Caco a chegar a casa com o carrinho de compras.
  
 
Baby Caco a ligar o forno com o carrinho de compras.

 
Baby Caco a fazer baby-sitting com o carrinho de compras.


Baby Caco a preparar o almoço com o carrinho de compras.

 
Baby Caco a adiantar o jantar com o carrinho de compras.


Baby Caco a regressar ao Continente porque se esqueceu de comprar alface frisada.


Baby Caco a passear o carrinho de compras pelo recinto.

 
Baby Caco a arrumar os víveres que trouxe no carrinho de compras.

 
Baby Caco a cantar karaoke com o carrinho de compras.


Baby Caco a fazer bricolage com o carrinho de compras (reparem na leveza com que agarra o martelo enquanto segura o carrinho). 
 
Nota: Fica a faltar a foto da tentativa de entrar na piscina de bolas com o carrinho de compras. Juro que tentei, mas não fui a tempo.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Fomos ao piquenique do Tomás!!!


O Tomás é o primeiro filho de colega Caco que, a bem da verdade, é muito mais do que uma colega. É uma amiga daquelas que sabemos que vão ficar para sempre.
 
Trabalhamos juntas há alguns anos e a nossa cumplicidade é tão grande que muitas vezes basta olharmos uma para a outra para sabermos o que estamos a pensar. É este tipo de amizade. Daquelas em que abraçamos os problemas com a mesma intensidade com que vibramos com as alegrias.
 
E felizmente foi este o caso. O Tomás é um bebé muito desejado que teve a sorte de nascer com os pais mais unidos do mundo. Pelo menos, são os pais mais unidos e cúmplices do meu mundo, daquele que eu conheço. 
 
Nasceu de um amor inabalável e este piquenique foi para assinalar esta nova vida, para comemorar com os amigos e família a chegada do pequeno príncipe.
 
O encontro foi no parque da Pedra, em Monsanto, o local ideal para as temperaturas que assolaram Lisboa este domingo e, ao contrário, do piquenique do Continente no dia anterior, neste caso não foi preciso cá carrinhas do INEM que estava tudo fresco que nem uma alface. Não tivemos Tony Carreira, mas tivemos a viola do senhor Oliveira e o efeito foi praticamente o mesmo.
 
Colega Caco esmerou-se nos detalhes e além de fotos penduradas nas árvores, balões, fitas, polaroids com fartura, havia também uma caixinha para deixar mensagens ao Tomás - que a mãe está convencida de que ele só abrirá aos 18 anos, enquanto nós sorrimos e fingimos que acreditamos - e muitos adereços temáticos para tirar fotos com os convidados.
 
Cá fica a reportagem do acontecimento:     


Baby Caco, Miss Caco, colega Caco, cadela da colega Caco (que também é vedeta) marido da colega Caco e Tomás, escondido debaixo da fralda.


Tomás, o festeiro.
 



As fotos dos amigos com bigodes ou com lábios vermelhos, de acordo com a sua previsão do sexo do bebé.
 

A caixa das mensagens que o Tomás vai abrir assim que a mãe virar costas.
 

Aspecto geral do acontecimento, Parque da Pedra, Monsanto.


Olha, afinal o Tomás não resistiu a vir cá dar-vos um sorriso!


Isto é o carro a partir para o piquenique. Decidi meter aqui só para que quem está a pensar organizar uma coisa destas, ficar a saber o que o espera.


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Estamos tããããããooo felizes!!!


Este fim de semana tivemos uma notícia maravilhosa!!!!
 
Calma... Baby Caco não vai ter um irmão, embora seja quase a mesma coisa. Vem aí um primo e foi esta a forma original que os pais escolheram para anunciar! Ainda por cima vai nascer no mesmo mês, o que é óptimo porque pode aproveitar muitas coisas dele.
 
Baby Caco é doido varrido por bebés, portanto, vai ser uma alegria. Agora, é só esperar que Janeiro chegue depressa. Ainda bem que ele ainda não constrói frases muito elaboradas, caso contrário, a expressão deste verão seria: "Ainda falta muito, mamã??".

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Das férias...


... que possivelmente não terei.

Pois, meus amigos, vós que andais já para aí a riscar os dias no calendário até às férias, aqui esta desgraçada que vos escreve não tem nada para riscar, pura e simplesmente porque nem sabe se este ano vai ter férias.

E não sabe porquê? Porque tem uma colega de baixa de parto que só regressa depois do verão e até lá tem a responsabilidade de assegurar todo o trabalho que surgir com as contas - vulgo clientes - que trabalhamos. A questão é que nesta minha área, a noção que temos de trabalho que vai surgir é basicamente.... nenhuma.

Para quem não sabe, isto que se faz nas agências é mais ou menos assim: temos clientes, os clientes têm ideias, ligam para perguntar o que achamos delas - ou às vezes nem ligam e querem avançar na mesma, ainda que digamos que aquilo não tem jeito nenhum  a não ser na cabeça deles - , depois pedem-nos para executar e isto tanto pode acontecer numa segunda-feira de junho, às 18h30, ou no dia 15 de agosto, ao meio-dia, no preciso momento em que estamos de malas aviadas para ir à festa da aldeia.
 
Portanto, para quem pensa que a minha vida são só rosas, desengane-se. Tenho para mim que há-de chegar setembro e continuarei com esta cor de lula.

Assim sendo, encerro este post a pedir-vos encarecidamente:

Tenham piedade de mim.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Help! Help! Help!


Meninas, meninas!!
 
Preciso que me venham aqui elucidar, depressa!!!! Qual a diferença entre depilação a laser e luz pulsada? Qual das duas é mais eficaz? Alguém recomenda alguma clínica em Lisboa?
 
Sei que é muito em cima da hora, mas estou mesmo à rasquinha para tomar uma decisão que tem de ser tomada hoje!!!
 
Obrigaaaaaddaaa!!!!!

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Ainda o cocó.

 
Ok, falar do mesmo tema em dois posts seguidos talvez seja abuso, mas a ocasião assim obriga.
 
Se alguém souber quem foi o car&$#0 que inventou as fraldas-cueca que o chame lá a casa porque ainda gostava que me explicasse por A mais B como é que se tira aquela merda nas alturas em que o miúdo se lembra de se cagar todo.
 
Agarra-se numa tesoura e corta-se de lado ou vai-se descendo a fralda devagar, enquanto o cocó se solta pelas bordas e vai-se esfregando pelas pernas abaixo?!?
 
Isto se nos lembrarmos de lhe tirar as meias antes, porque caso contrário, ao passar o raio da fralda, é impossível que elas não fiquem todas cagadas.
 
Pronto, era só para desabafar. Agora vou ali tirar as nódoas de merda do sofá que este cheiro não se aguenta.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Podem passar à frente. Este é um post de merda.


Cocó é a palavra que mais se tem ouvido lá por casa nas últimas três noites.

Graças a uma coreografia especial - uma mistura de  dança da chuva com gangam style - acrescida do grito "COCÓÓÓÓÓÓÓ!!!!!" projectado sonoramente, tal e qual como se o mundo estivesse para acabar,  Baby Caco já percebeu que ficamos extasiados sempre que faz a proeza no pitó (sim, é assim que chamamos ao penico lá em casa).

Já sabe que é ali que se faz cocó, mas sobre o chichi ainda anda a assobiar para o ar. De maneiras que ontem cometi a loucura de ir à Primark na hora de almoço comprar-lhe cuecas para ver se este fim de semana lhe tiro as fraldas. Azar do caraças, não havia nada com aviões nem carros no tamanho dele. Para não vir de mãos a abanar, trouxe as únicas que encontrei: da Porquinha Pepa. Ele não conhece o raio da porca, portanto, vou dizer que o Ruca tem uma amiga suína e pode ser que assim tenha mais sorte.

Pronto. Agora só tenho de procurar tutoriais a ver como se faz isto, tarefa para a qual tenho pouca ou nenhuma paciência. Assim sendo, se há por aqui alguém com vontade de deixar umas dicas, daquelas bem boas, sobre como apressar este processo, aproveite o tempo de antena e sinta-se à vontadinha.

Para quem não tem interesse nenhum neste tema e ainda assim leu isto até ao fim, eu avisei que era uma conversa de merda.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Não, ainda não faleci.

 
Oh, meus queridos, eu bem sei que estais para aí a rogar-me umas pragas e a pensar: "Então mas esta gaja abre um blogue, habitua a malta a vir aqui ler uns filetes sem jeito nenhum e depois quando até já estamos meio viciados nisto... pumba! Ala que se faz tarde e deixa-nos aqui pendurados sem notícias?!?. Ainda por cima agora com tanto que comentar sobre o Jorge Jesus e o carago?". 

Estais cobertinhos de razão. Sobretudo aqueles que mesmo não tendo notícias, ainda cá vêm todos os dias religiosamente, na esperança de ver para aqui uma baboseira qualquer (sim, que eu não publico mas volta e meia venho cá cheirar o número de visitas que - ainda assim - continuam a surpreender-me, sobretudo com tanta coisa boa que há para aí por fazer).
 
Mas a verdade é que também não poderia vir aqui comentar nada do Jorge Jesus pela simples razão que percebo tanto de futebol como da apanha da azeitona, por isso mais vale estar calada.

Enfim, passei por cá só para me desculpar, mandar beijinho e dizer que, apesar de parecer, não, ainda não faleci. Vou tentar vir cá mais vezes, sim, meus sacanitas mai lindos?
 
P.S - Não, eu não sou a da imagem, apesar de até parecer.
 
(...)
 
Ok, a barriga não está tão definida...
 
Também nunca usaria aquelas nails...
 
Vendo bem, não tenho aquele tom de bronzeado...
 
Ok, talvez não pareça bem eu, mas who cares?!?